terça-feira, 21 de outubro de 2014

Não pode ter vacilo! Poucos dias para garantir a vitória de Dilma e as reformas

Dilma

Não pode ter vacilo! Poucos dias para garantir a vitória de Dilma e as reformas

A entrega dos resultados do Plebiscito Popular à presidente Dilma, em Brasília, dia 13, foi histórica. Numa urna simbólica, os quase 8 milhões de votos pela Constituinte da reforma política. Como portadores, a CUT, MST, Central de Movimentos Populares e muitas outras entidades, além da Consulta Popular, do Diálogo e Ação Petista e outros setores do PT, acompanhadas por mais de mil militantes, na maioria jovens, vindos de todo o país.
Ao receber os resultados, a presidente e candidata Dilma assumiu o compromisso de lutar pela convocação de uma Constituinte Exclusiva que faça a reforma do sistema político: “Nenhuma instância de poder se autorreforma sem a mobilização social. Não são aqueles que estão no exercício do mandato que irão fazer a reforma”. É a mais pura verdade, ainda mais se analisarmos a composição do Congresso eleito, no qual empresários, banqueiros e latifundiários aumentaram significativamente sua participação, enquanto caiu muito a presença dos sindicalistas.
Juventude e Revolução presente no ato em Brasília.

Por isso, Dilma, em sua fala, defendeu condições para o plebiscito oficial com o qual ela se comprometeu: fim do financiamento empresarial, fim das coligações proporcionais e paridade de gênero. Nós acrescentamos: fim do Senado oligárquico, voto em lista partidária e proporcionalidade do voto (um eleitor, um voto).
“Sinto a força e o cheiro de uma transformação”, disse Dilma, ao elogiar a mobilização que produziu o plebiscito e o próprio ato em Brasília. De fato, os últimos dias têm sido marcados pela intensificação da mobilização popular. O mesmo movimento que levou ao plebiscito caminha agora, com a marcante participação da juventude, para reeleger Dilma, para derrotar o candidato das elites e do imperialismo. É o que se vê em todos os comícios e atos da campanha.
Mas não dá para facilitar. Nem agora, quando faltam poucos dias para o segundo turno e devemos fazer tudo para garantir a vitória da candidata do PT. Nem depois, quando será necessário uma enorme pressão popular para conseguir a Constituinte, a reforma política e as demais reformas profundas de que o país e o povo trabalhador necessitam.
Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, falando na Plenária Nacional do Plebiscito, expressou bemo alerta: “Não pode ter vacilo. Dilma não avançará num segundo mandato se não houver a reforma política. Por isso, não podemos apenas pedir voto, mas também debater a proposta. E convencer os nossos partidos a se ligarem aos movimentos sociais”.
Nesses dias finais, na luta para derrotar o imperialismo e seu candidato, é VOTO DILMA PELA CONSTITUINTE!
É com essa força que vamos eleger Dilma, garantir a Constituinte e as reformas exigidas pelo povo.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O Imperialismo resolveu falar por sua própria boca que seu candidato é Aécio!


A revista britânica The Economist (parceira de CartaCapital), publicou nesta quinta-feira 16 um editorial no qual manifesta apoio à eleição de Aécio Neves (PSDB) para a Presidência da República do Brasil. Intitulado "por que o Brasil precisa de mudança", o texto se concentra em pontos negativos do mandato de Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.Segundo a Economist, a promessa da era Lula de unir crescimento com redução da pobreza "desapareceu" sob o governo Dilma, e são as reformas prometidas por Aécio, que o Brasil "necessita urgentemente", que podem tirar o País da "deriva".
Para a publicação, que em setembro do ano passado fez duras críticas ao governo em uma reportagem de capa, o principal trunfo de Dilma é "a gratidão popular pelo pleno emprego, salários mais altos e um punhado de programas sociais eficazes", que são "feitos reais", mas acompanhados por "fracassos maiores e menos palpáveis" na economia e na política.

Trabalhadores e trabalhadoras brasileiros,

Estamos diante da mais grave ameaça à nossa jovem democracia, desde o final da ditadura civil-militar na década de 80. Como no período que antecedeu ao Golpe de 1964, podemos observar grandes articulações que, neste momento, confluem para uma manipulação eleitoral antipopular que busca, com a candidatura de Aécio Neves, colocar novamente nosso país sob a administração direta do capitalismo financeiro, mais especificamente do imperialismo norte-americano.
Continue Lendo Denuncia de golpe eleitoral

"SINTO A FORÇA DE UMA TRANSFORMAÇÃO" (Dilma) 10 dias decisivos até o 2o. turno!

O TRABALHO
Carta da Corrente O TRABALHO do PT • 16 de outubro de 2014 • www.otrabalho.org.br
Entrega do resultado do Plebiscito da Constituinte:
"SINTO A FORÇA DE UMA TRANSFORMAÇÃO" (Dilma)
10 dias decisivos até o 2o. turno!


A entrega do resultado em Brasília foi o segundo êxito do Plebiscito Popular. No dia 13, a presidente Dilma, candidata a reeleição, recebeu o resultado numa urna simbólica dos quase 8 milhões de votos, em um animado ato: ao seu lado, uma delegação dos organizadores - a CUT, o MST, a Consulta Popular, a CMP e outras organizações, incluindo a Corrente O Trabalho e outros setores do PT - e no plenário mais de mil militantes vindos dos Estados, na maioria jovens.
Desta vez, a imprensa não pode ignorar: o Plebiscito repercutiu, além dos jornais, pela primeira vez na TV Globo. Dilma disse:
"'É comovente ver essa mobilização. Essa unidade só se viu em grandes momentos, nos movimentos que transformaram o Brasil, como foi o caso das Diretas Já. Sinto a força e o cheiro de uma transformação. Pessoalmente considero que a Constituinte institucionalmente constituída é uma boa proposta. Nenhuma instância (de poder) se autorreforma sem a mobilização social. Não são aqueles que estão no exercício do mandato que irão fazer a reforma'. E concluiu, então, 'não acredito que a gente consiga aprovar as propostas mais importantes, como o fim do financiamento empresarial de campanha, sem que isso seja votado num plebiscito. Não basta convocar a Assembléia Constituinte, tem de votar em plebiscito, senão não tem força suficiente', propôs" (Agencia Estado, 13/10).
No dia 14, o deputado federal Henrique Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara dos Deputados, também recebeu os resultados da delegação, acompanhada de parlamentares do PT, PSB e PSOL,  e se comprometeu a chamar "uma reunião do Colégio da Líderes dos partidos com os movimentos sociais, até dezembro, para debater o projeto de Decreto Legislativo". O projeto de Plebiscito oficial da Constituinte tem 168 das 172 assinaturas de deputados  necessários à tramitação.
Por fim, o ministro Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), designou o secretário-geral da corte para também receber o resultado.
MAIS UM PASSO

Reproduzimos extensamente a presidente Dilma, pois desde o dia seguinte versões editadas em jornais, sites e textos de dirigentes do PT, esqueciam o principal, a saber: "Dilma elogia proposta popular de constituinte" (titulou a Agencia Estado na noite do dia 13).

Ao reintegrar o debate da convocação da Constituinte Soberana e Exclusiva da reforma política através de um Plebiscito institucional, acrescentando outras condições (ela citou o financiamento exclusivo, a paridade de gênero e o financiamento público), Dilma deu um passo. Ainda não assumiu com tudo a batalha, mas deu um passo, e abriu espaço para o Plebiscito no programa de TV, hoje.

Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, compareceu dia 15 à 5a. Plenária Nacional do Plebiscito (paralela às entregas).

Ele se congratulou com a iniciativa, ressalvou que "a Constituinte deve ser sob novos critérios, prá não ter os mesmos interesses e repetir o sofrimento do povo", e concluiu: "Nesse momento não pode ter vacilo. Dilma não avançará num segundo mandato, se não houver reforma política. Por isso não podemos apenas pedir voto, mas também debater a proposta. E convencer os nossos partidos a se ligarem aos movimentos sociais".

Efetivamente, é a combinação da disposição da presidente reeleita, em especial junto à sua base parlamentar, com o engajamento das organizações populares, sindicais e democráticas, e o lugar do PT nesta luta, que pode ajudar a ampliar e avançar ainda mais na difícil conquista da Constituinte que queremos.

De fato, "não pode ter vacilo", os próximos 10 dias são decisivos para avançar pela derrota de Aécio. E tem gente que não enxerga ou hesita (v. box).

"O POVO JÁ DECIDIU, CONSTITUINTE PARA MUDAR O BRASIL!"

A Corrente O Trabalho que levanta a luta pela Constituinte Soberana desde antes, e integra desde o primeiro momento a campanha do Plebiscito da Constituinte Exclusiva, junto com os companheiros do Diálogo e Ação Petista (DAP), e outras organizações, considera a importância do fato histórico do próprio Plebiscito com o que desenhou em Brasília.  

As condições se reúnem, falta muito mas avançamos, para conquistar uma reforma política que reverta a degeneração das instituições, que inclusive arrasta e ameaça o próprio PT- como  acabamos de ver no golpe sofrido no 1o turno.

É urgente a reforma política que estabeleça a proporcionalidade da representação (1 eleitor  = 1 voto) e o voto em lista, que acabe com o senado oligárquico antidemocrático e o financiamento empresarial.

E se Temer e outros candidatos do PMDB no 2o turno não querem, o povo quer: "o povo decidiu, Constituinte para mudar o Brasil!", gritavam os delegados do Plebiscito aos três poderes em Brasília!

Essa será a "mãe de todas as reformas", capaz de destravar as demandas travadas no Congresso que piorou nesta eleição, demandas como a desmilitarização das polícias, a reestatização, a reforma agrária, as 40 hs e o fim do superávit primário para destinar as verbas para o transporte a saúde e a educação.

 

RESPONSABILIDADE!

A 5a Plenária Nacional do Plebiscito foi ofuscada, nas conclusões, pelo sectarismo. Não bastaram apelos, frente a decisão da Consulta Popular/MST e algumas ONGs, bloquear uma resolução afirmando o "melhor cenário para o prosseguimento de nossa luta é a reeleição de Dilma", combatendo a abstenção e chamando voto em Dilma.

Na Operativa Nacional na véspera, houve um acordo tranquilo, mas fomos surpreendidos por uma bateria de intervenções.

Em público, diziam: "até voto Dilma", mas isso "impede ampliar" (com quem, com aecistas pela Constituinte?).

Em privado, o argumento era a CNBB (que é contra a Constituinte, antes de dividir-se sobre candidaturas). Mais honesto foi um orador dizer: "pra ampliar tem que tirar o PT".

Um dirigente proclamou que a "luta pela Constituinte continuará, tanto em condições mais, como menos favoráveis". É certo. Mas podemos lutar por um "cenário melhor", ou reservar um voto envergonhado e não esclarecer o povo!

De conjunto, esse sectarismo obtuso retoma o pior das manifestações de junho de 2013 - o antipartidismo - que não deve interessar a ninguém.

Como as Plenárias deliberam por acordo, a solução foi separar da Declaração final, um Comunicado, de uma Carta de entidades presentes. Como se houvesse acordo em todo o resto, menos nisso. Lamentável.

Entende-se, para a Consulta, onde líderes, até há pouco diziam que "no nordeste, o MST votará em Eduardo Campos". A evolução para o voto Dilma é recente, ou mal-assimilada.

Mas a luta continua. Esperamos que não prejudique a unidade tão necessária.

 

NOS PRÓXIMOS 10 DIAS, DILMA PELA CONSTITUINTE!

Consciente do que está em jogo, a Corrente O Trabalho se soma aos companheiros do DAP para convidar os petistas, os trabalhadores e  jovens, a se integrar à campanha do 2o turno levantando ainda mais alto a bandeira da vitória do povo trabalhador, o voto "Dilma pela Constituinte da reforma política".

Com adesivos, faixas e panfletos, vamos disputar cada eleitor - nenhuma abstenção, nenhum voto nulo ou branco! - , nenhum trabalhador pode ser indiferente.

Só os mais míopes, dentre os vários grupos esquerdistas, não enxergam o que está em jogo!

Saudamos a todos que, tendo votado como votaram, se somam agora no 2o turno para derrotar a reação!

Nenhum trabalhador pode votar contra seus próprios interesses, ainda mais quando Aécio é o candidato do imperialismo, dos bancos e do agro-negócio, cujo programa questiona o salário mínimo, amplia as terceirizações, avança novas privatizações e eleva o superávit fiscal.

Essa batalha pode ser ganha!

 

JUNTE-SE A NÒS!

 

Companheiro e companheira,

Há 76 anos, Leon Trótsky, dirigente da revolução russa ao lado de Lênin, fundou a 4a Internacional, oferecendo uma "bandeira sem manchas" à classe trabalhadora.

Hoje, com todas vitórias e derrotas em quase um século, a seção brasileira da 4a Internacional, a Corrente O Trabalho do PT, ousa dirigir-se a você para juntarmos forças.

Juntos, nós podemos ajudar eficazmente o povo a superar os obstáculos e hesitações, abrir um caminho e avançar no Brasil com repercussão em todo o continente.

 

Companheiro e companheira,

Você que acompanha nossa luta, compareça às reuniões preparatórias do Encontro Nacional  do Diálogo e Ação Petista (Brasília, 29 e 30 de novembro), para junto com os demais companheiros, discutirmos as eleições e a continuidade da luta pela Constituinte.

Você que se interessa, integre-se à Corrente O Trabalho do PT!

 

A hora é agora! Lute conosco!

Não ao retrocesso! Dilma pela Constituinte!

 

São Paulo, 16 de outubro de 2015

16.10.14, Comissão Executiva de O Trabalho



quinta-feira, 16 de outubro de 2014

História da UEM meninas superpoderosas.


MENINAS SUPERPODEROSAS
A foto veicula imagem de algumas das professoras que foram responsáveis pela reestruturação da graduação em História da UEM. Da esquerda para a direita: Nadir Aparecida Cancian, Hilda Pívaro Stadnik, Ivani R. Omura, Arlete Vieira da Silva, France Luz e Isabel Pinto Batista. A foto é ambientada no auditório do Dacese. O ano provável é 1982.
Os efeitos deletérios da política educacional empreendida pela ditadura, com o investimento na proliferação da licenciatura em Estudos Sociais, geraram a desativação temporária da graduação em História da UEM. A reestruturação ocorreu a partir de 1981.
Convivi com todas as professoras citadas, com exceção de Nadir Cancian. Posso dizer, porém, que aprendi muito com todas. Nadir faleceu em 1982, pouco antes de meu ingresso na graduação em História. Mesmo assim, seu exemplo influenciou minha geração. Sua tese de doutorado sobre a cafeicultura é um trabalho clássico, referência obrigatória ainda hoje. Além disso, era muito comprometida com os temas políticos nacionais e com a organização dos docentes. Liderou, como se sabe, a fundação da Aduem. Certa vez, perguntamos à professora Hilda Stadnik qual era o papel do intelectual. Ela disse: “mirem-se no exemplo da Nadir e vocês entenderão”. Quando fundamos o Centro Acadêmico, demos seu nome à entidade.
De Hilda eu retive as lições de inesgotável energia intelectual e generosidade. Lembro-me que lhe propusemos um grupo de estudos sobre a obra de Gramsci e ela adaptou sua agenda de trabalho e de estudos para atender nossa demanda. Ivani e Arlete foram responsáveis pelo meu envolvimento com os debates relacionados à reformulação do ensino de História. Isabel era uma professora admirável e dedicada. France Luz era a erudição encarnada em corpo de mulher. Foi, acima de tudo, exemplo de pesquisadora. Legou magistrais obras sobre a História de Maringá e região.
Minhas homenagens às meninas superpoderosas.
Reginaldo Benedito Dias 

Em Sarandi o dia do professor é comemorado com luta; pelo piso, por novos concursos e plano de carreira.




terça-feira, 14 de outubro de 2014

O passado que o PSDB quer esconder!!

Para bem nascidos?


Em campanha pró Aécio Neves (PSDB), o empresário Sergio Kamalakian, dono de uma grife de roupas para bem nascidos, teve um surto de preconceito social explícito na entrevista que concedeu à revista Época Negócios, da Editora Globo.

“Como está, não dá para ficar”, avisou.

Segundo Sérgio K., o programa #BolsaFamília reduziu a oferta de mão-de-obra de baixa qualificação para seu negócio.

O "fashionista", como ele mesmo se classifica, lançou uma camiseta de apoio ao candidato tucano para ser adquirida por “artistas e famosos”, como o ex-jogador Ronaldo Fenômeno, Marcos Buais e Rafinha Bastos.

“Acho que as pessoas são esclarecidas o suficiente, pelo menos as pessoas que são os meus consumidores, que têm poder aquisitivo para consumir a marca. Eles sabem que eu estou tentando fazer o bem pelo país”, diz, em defesa do projeto do PSDB.

Leia mais em http://glo.bo/1o7YWcK

Geração de empregos?

Por uma medida inconstitucional adotada pelo então governador de Minas Gerais, Aécio Neves, 71 mil servidores públicos serão demitidos.
Esse é o resultado das decisões equivocadas tomadas no âmbito do chamado‪#‎choquedegestão‬ da administração tucana no Estado.
Em 2007, o tucano sancionou uma lei que efetivou 98 mil servidores não concursados na administração pública.
Com isso, eles passaram a ter os mesmos direitos daqueles que prestaram concurso público.
Esse efetivo, contratado pelo governo entre 1990 e 2006, fazia parte da Previdência Estadual de Minas Gerais, o Ipsemig.
Entretanto, a Reforma da Previdência aprovada em 1998 estabeleceu que os servidores não concursados devem se submeter ao regime geral da Previdência, o INSS.
Apesar disso, o governo de Minas manteve esses funcionários sob a Previdência estadual.
Acontece que o INSS passou a cobrar o cumprimento da nova regra.
Com isso, além da alteração do regime de contribuição, o órgão também exigiu o pagamento retroativo das contribuições dos servidores vinculados a Ipsemig.
Isso gerou uma dívida de 6 milhões de reais que Aécio achou melhor não pagar.
Agora, o STF declarou inconstitucional a medida e determinou que os servidores sejam demitidos.
Os ministros preservaram apenas aqueles que já se aposentaram ou já podem fazê-lo, além de outros aprovados formalmente em concurso feito pelo Estado em 2012.
Acompanhe o caso em http://zip.net/bgmV5S

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Richa explica policiais empurrando viatura da PM: “problema elétrico”

O governo Beto Richa (PSDB) jura que não faltou combustível na viatura da PM, marca Renault, que foi flagrada sendo empurrada por policiais no município de Pitanga. O Palácio Iguaçu garante o caixa do governo está “fofo” de dinheiro.
A PM esclarece que:
A viatura em questão estava fazendo PB (ponto base) – policiamento em um local específico e parado – e após o término, o policial constatou um problema elétrico, já que ela passou algumas horas com os sinais intermitentes ligados.
Quem não está gostando nem um pouco de levar a culpa — sempre pane elétrica — é o fabricante do veículo. Pela quantidade de falhas atribuídas ao modelo Duster Renault, teme-se que caia venda e impacte negativamente a produção na fábrica de São José dos Pinhais. 
Reveja o vídeo:





Definitivamente Um governo Tucano é um terrível pesadelo para todos que ganhem menos de 10 salários mínimos, ou seja, a maioria absoluta da população Brasileira.




quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Moradores indignados com prefeito e seus candidatos!

Moradores do Jardim Universal indignados com prefeito e seus candidatos que fizeram promessas eleitorais mas não cumpriram rua em frente a Escola Massami Koga e a Creche no Jardim Universal, é uma vergonha essa situação toda vez que chove, o caos se instala!
Moradores querem sabem porque as obras estão paradas.






Fotos Mariza

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

7.754.436 de votos no plebiscito popular por uma constituinte exclusiva do sistema político!

 No sindicato dos jornalistas no centro de São Paulo – SP, foram apresentados os resultados do plebiscito popular por uma constituinte exclusiva e soberana do sistema político.
A mobilização que se estendeu de norte a sul do país entre os dias 1º e 7 de setembro recolheu mais de 7.754.436 de votos, sendo que destes mais de 97% votaram SIM a uma assembleia constituinte para fazer a reforma política!




quarta-feira, 10 de setembro de 2014

1,7 milhão votaram por Constituinte pela internet. Ainda faltam as urnas


Como Secretaria Operativa Nacional da nossa Campanha, em nome de mais de 450 organizações participantes e 1800 Comitês Populares, queremos saudar os milhões de Brasileiros e Brasileiras que participaram do Plebiscito Popular dando o seu voto em Urnas Físicas ou pela Internet.
Também queremos saudar e parabenizar os milhares de militantes e ativistas voluntários que, em todos os rincões do nosso imenso Brasil, do Oiapoque ao Chuí, construíram com muita dedicação, força, coragem e alegria o Plebiscito Popular pela Constituinte.
Se dedicaram desde o Lançamento Nacional – em Novembro de 2013 -, na construção de Lançamentos Estaduais, Cursos de Formação de Ativistas, Organização de Comitês Populares, Ações Públicas nos Dias de Luta, até chegar a tão esperada Semana da Pátria, em que se instalaram mais de 40.000 urnas por todo o país, e todos trabalharam em mutirão para conversar com a população sobre as necessárias mudanças do sistema político e os rumos do nosso país.
Com o trabalho de todos estes ativistas, nossa Campanha pela “Constituinte Já” ocupou as ruas, as praças, escolas, fábricas, universidades, paróquias, povoados, assentamentos rurais, sindicatos, e na era da internet, também ocupamos as redes sociais, com fotos, memes, hashtags e muita criatividade. Envolvemos artistas, intelectuais, lideranças sindicais e populares. Pressionamos os candidatos às eleições a se posicionarem sobre o tema, especialmente os presidenciáveis.
Assim, conseguimos ampla repercussão, apesar do “muro de silêncio”, propositalmente montado pela grande mídia, o que só reforça a nossa posição pela democratização dos meios de comunicação no Brasil.
Os próximos dias ainda serão de grande trabalho, nos quais os Comitês Populares estão mobilizados em contabilizar os votos em urnas “físicas”. No entanto, já divulgaremos o resultado da Votação pela Internet (OnLine), tivemos a participação de 1.744.872 pessoas em todo o país, destas 96, 9% (1.691.006) votaram SIM à Constituinte do Sistema Político, e 3,1% (53.866) votaram NÃO.
O resultado final da votação será divulgado no dia 24 de Setembro, em Coletiva de Imprensa (em breve enviaremos mais informações).Em seguida,  ainda sem data definida, entregaremos os resultados do Plebiscito Popular aos três poderes: Presidência da República (Executivo), Congresso Nacional (Legislativo) e Supremo Tribunal Federal (Judiciário), como forma de pressionar, especialmente o Congresso, por um Plebiscito Oficial com o mesmo tema do Plebiscito Popular.
Embora não tenhamos os números finais, podemos afirmar que a batalha foi vitoriosa. Sabemos que a conquista de uma Constituinte para fazer a Reforma Política, e destravar as reformas estruturais que a nação necessita, não será tarefa fácil, mas seguiremos organizados e mobilizados para levar esta bandeira adiante nos próximos períodos.
Acreditamos, sem a menor sombra de dúvida, que todo este processo de mobilização se coloca entre um dos maiores e mais importantes realizados em unidade entre o movimento popular, sindical e da juventude. Estamos confiantes que a força social e política demonstrada no Plebiscito Popular será preservada e ampliada no próximo período e nos garantirá a vitória!





terça-feira, 9 de setembro de 2014

Depois dos milhões de voto pela Constituinte para a reforma política, o que fazer?


Depois dos milhões de voto pela Constituinte para a reforma política, o que fazer?

Preparar a entrega em Brasília dos resultados, aumentar a pressão para dar a voz ao povo
Os relatos vindos de diferentes pontos do país, a boa receptividade encontrada na população nos pontos de coleta de votos deve traduzir-se em milhões de cidadãos a favor da mudança do atual sistema político, controlado pelo poder econômico e com regras antidemocráticas evidentes.
O entusiasmo de jovens, trabalhadores do campo e da cidade, ao votar em urnas volantes, em sindicatos e associações, em assentamentos e locais de concentração popular, levou a que vários dirigentes políticos e candidatos às eleições de outubro assumissem claramente o apoio à Constituinte para fazer a reforma política.
É o caso da própria presidente Dilma, que em carreata feita com Lula em São Bernardo (SP), anunciou, segundo a Carta Capital (02/09), seu apoio ao Plebiscito e afirmou: “Pela importância da reforma política, por tudo o que ela carrega, pelo fato de ser necessário uma transformação de todas as instituições, a participação popular é uma questão fundamental. Sem ela não se fará reforma política no Brasil”. Na ocasião Dilma disse que vai inclusive votar no Plebiscito Popular no dia 7 de setembro.
Antes da presidente, Alexandre Padilha, candidato pelo PT ao governo de São Paulo, no debate da Band (23/08) havia defendido o Plebiscito Popular e Lula, no ato com sindicalistas realizado no ginásio da Portuguesa em São Paulo, defendeu uma Constituinte exclusiva e soberana para a reforma política em sua fala.
Decreto legislativo é articulado
Por incrível que pareça, a atual Constituição impede que a presidência da República convoque plebiscitos ou referendos. Ela fixa como prerrogativa do Congresso nacional (Câmara ou Senado) a apresentação de decreto legislativo que estabeleça uma consulta ao povo.

Em 2 de setembro, ocorreu um Ato na Câmara dos deputados em Brasília, chamado por parlamentares petistas, em favor do Plebiscito Popular Constituinte. Renato Simões (SP), um de seus articuladores, disse na ocasião: “Esse ‘não me representa’ que ouvimos nas manifestações de rua em junho de 2013 continua clamando por uma resposta. E a resposta está sendo dada pela sociedade civil através desse plebiscito. Esperamos milhões de votos em todo o Brasil para que o Congresso Nacional se sensibilize e convoque um plebiscito oficial que garanta a efetividade da decisão popular”.
O líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP) falou que: “Já está claro que com esse Parlamento como está não vamos para frente. Enquanto não acabarmos com o financiamento privado das campanhas, que é fonte de corrupção, não teremos um Parlamento comprometido com o povo, mas, sim, com o poder econômico”.  Já José Guimarães (PT-CE) disse que “não tem reforma política sem cheiro do povo, assim como não existe democracia sem a participação popular”. Após o Ato, urnas foram instaladas na Câmara para a coleta de votos de parlamentares, servidores e visitantes até a sexta, 5 de setembro.
Organizar a entrega em Brasília
A secretaria operativa nacional do Plebiscito Constituinte já começou a discutir a entrega de seus resultados, cuja previsão é que sejam totalizados até 21 de setembro. Essa entrega, com participação de delegações de entidades e comitês espalhados por todo o Brasil, deve se dar entre o 1º e o 2º turno das eleições presidenciais (entre 5 e 26 de outubro), de modo a garantir ampla participação.
Formalmente os resultados serão entregues aos três poderes, Congresso, STF e presidência da República, mas sabemos todos que o decisivo será a atitude de Dilma de assumir a proposta de um Plebiscito oficial pela Constituinte, orientando sua base parlamentar a endossar o decreto legislativo preparado por deputados petistas.
O movimento sindical e popular brasileiro, que jogou suas forças no Plebiscito Popular, demonstrou uma vez mais que a pressão vinda e organizada desde baixo é a única que pode arrancar resultados favoráveis a que a voz do povo seja ouvida e respeitada.
Agora é atingir as metas de votação fixadas e preparar uma grande manifestação em Brasília em meados de outubro.
Julio Turra
(texto originalmente publicado em Jornal O Trabalho ed 754: otrabalho.org.br)


https://constituintecomiteparis.wordpress.com/2014/09/09/julio-turra-depois-dos-milhoes-de-voto-pela-constituinte-para-a-reforma-politica-o-que-fazer/

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A possível extinção do Estado de Israel


Criá-lo foi ato desumano de colonialismo. Extinto como Estado judaico, pode dar lugar a país plurinacional e secular, onde judeus e palestinos convivam pacífica e dignamente
por Boaventura de Sousa Santos — publicado 26/08/2014 19:06, última modificação 27/08/2014 11:40

Podem simples cidadãos de todo o mundo organizar-se para propor em todas as instâncias de jurisdição universal possíveis uma ação popular contra o Estado de Israel no sentido de ser declarada a sua extinção, enquanto Estado judaico, não apenas por ao longo da sua existência ter cometido reiteradamente crimes contra a humanidade, mas sobretudo por a sua própria constituição, enquanto Estado judaico, constituir um crime contra a humanidade? Podem. E como este tipo de crime não prescreve, estão a tempo de o fazer. Eis os argumentos e as soluções para restituir aos judeus e palestinos e ao mundo em geral a dignidade que lhes foi roubada por um dos atos mais violentos do colonialismo europeu no século XX, secundado pelo imperialismo norte-americano e pela má consciência europeia desde o fim da segunda guerra mundial.
O termo sionismo designa o movimento que apoia o “regresso” dos judeus à sua suposta pátria de que também supostamente foram expulsos no século V AC. Há, no entanto, que distinguir entre sionismo judaico e sionismo cristão. O sionismo judaico tem origem no antissemitismo que desgraçadamente sempre perseguiu os judeus na Europa e que viria a culminar no holocausto nazi. O sonho de Theodor Herzl, judeu austríaco e grande poponente do sionismo, era a criação, não de um Estado judaico, mas de uma pátria segura para os judeus. O sionismo cristão, por sua vez, é antissemita, e a ideia de um Estado judaico deveu-se a políticos britânicos, sionistas e anglicanos devotos, como Lord Shaftesbury, que, acima de tudo, [1]desejavam ver o seu país livre dos judeus-enquanto-judeus. Eram tolerados os judeus cristianizados (como Benjamin Disraeli, que chegou a ser Primeiro Ministro), mas só esses. Esta tolerância estava de acordo com a profecia cristã de que é destino dos judeus converterem-se ao cristianismo. O mesmo sentimento se encontra hoje entre os evangélicos norte-americanos, que apoiam Israel como Estado judaico, bem como a sua desapiedada expansão colonialista contra os palestinos, por acreditarem que a redenção total ocorrerá no fim dos tempos, com a conversão dos judeus na Parusia (o regresso de Jesus Cristo).
Terá sido Lord Shaftesbury quem, ainda no século XIX, formulou o pensamento “uma terra sem povo para um povo sem terra” que ajudaria mais tarde a justificar a criação do Estado de Israel na Palestina em 1948. E alguns anos mais tarde, foi outro sionista não judeu (Arthur James Balfour) quem propôs a criação de “uma pátria para os judeus” na Palestina, sem consultar os povos árabes que habitavam esse território há mais de mil anos.
“Os Grandes Poderes” (Áustria, Rússia, França, Inglaterra), lê-se no Memorandum Balfour de 11 de Agosto de 1919, “estão comprometidos com o Sionismo. E o Sionismo, correto ou incorreto, bom ou mau, tem as suas raízes em antiquíssimas tradições, em necessidades atuais e em esperanças futuras, que são bem mais importantes do que os desejos de 700.000 árabes que neste momento habitam aquele antigo território”. Urgia, pois, transformar esses árabes em um não-povo. Em 1948, com o beneplácito dos poderes ocidentais, especialmente da Inglaterra, foi criado o Estado de Israel numa Palestina povoada de árabes e 10% de judeus imigrantes.
Argumentava-se então que havia de se encontrar um espaço para o povo judeu, que ninguém queria receber depois do genocídio alemão. Muito antes dessa catástrofe, os sionistas judeus tinham já pensado em vários locais para[2] o seu futuro Estado. No final do século XIX, a região do Uganda, no que é hoje o Quénia, então colónia inglesa, foi ponderada como um possível local para o futuro Estado de Israel. Um espaço na Argentina chegou também a ser considerado. Mais tarde, auscultado sobre um local no norte de África (no que é hoje a Líbia), o rei da Itália, Victor Emmanuel, terá recusado, respondendo: “Ma è ancora casa di altri”. Mas nenhum europeu, por mais preocupado com a situação dos judeus, jamais pensou num lugar dentro da própria Europa. Havia que inventar-se “uma terra sem povo para um povo sem terra”. Mesmo que fosse necessário obliterar um povo. E assim se vem paulatinamente eliminando um povo da face da terra desde há sessenta e seis anos. A Cisjordânia palestiniana vem sendo desmantelada pelos colonatos ilegais e a Faixa de Gaza transformada em prisão a céu aberto. A extrema-direita israelita é apenas mais estridente do que o governo ao reclamar que os “árabes fedorentos de Gaza sejam lançados ao mar”. O que é espantoso, comenta o historiador judeu israelita, Ilan Pappé em The Ethnic Cleansing of Palestine (2006), é ver como os judeus, em 1948, há tão pouco tempo expulsos das suas casas, espoliados dos seus pertences e por fim exterminados, procederam sem pestanejar à destruição de aldeias palestinianas, com expulsão dos seus habitantes e massacre daqueles que se recusaram a sair. O controverso comentário de José Saramago de há alguns anos de que o espírito de Auschwitz se reproduz em Israel faz hoje mais do que nunca.
Assim foi sacrificada a Palestina, invocadas razões bíblicas e históricas, que a Bíblia não sanciona e a história viria a desmistificar. Muitos judeus, como os que constituem a Jewish Voice for Peace, não são sionistas e consideram que o Estado de Israel, nas condições em que foi criado (um território, um povo, uma língua, uma religião) é uma arcaica aberração [3] colonialista fundada no mito de uma “terra de Israel” e de um “povo judaico”, que a Bíblia nem sequer confirma. Como bem demonstra, entre outros, o historiador judeu israelita, Shlomo Sand, a Palestina como a “terra de Israel” é uma invenção recente (The Invention of the Land of Israel, 2012). Aliás, ainda segundo o mesmo autor, também o conceito de “povo judaico” é uma invenção recente (The Invention of the Jewish People, 2009).
A criação do Estado judaico de Israel configura um crime continuado cujos abismos mais desumanos se revelam nos dias de hoje. Declarada a sua extinção, os cidadãos do mundo propõem a criação na Palestina de um Estado secular, plurinacional e intercultural, onde judeus e palestinos possam viver pacifica e dignamente. A dignidade do mundo está hoje hipotecada à dignidade da convivência entre palestinos e judeus.
http://outraspalavras.net/destaques/a-possivel-extincao-do-estado-de-israel/
AQUI
Por Boaventura de Sousa Santos * é sociólogo e professor da Faculdade de Economia da Universidahttp://outraspalavras.net/destaques/a-possivel-extincao-do-estado-de-israel/de de Coimbra — publicado 26/08/2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Sarandi não deve ser Lixão da região! vamos nos u...

Sarandi não deve ser Lixão da região! vamos nos unir novamente!

Nós lutamos num passado recente para Sarandi não receber lixo de Maringá e região e entre os manifestantes estava De Paula. 
Que hoje é noticiado na imprensa de Maringá que o mesmo é um dos apoiadores deste absurdo!
Não vamos ficar calados diante desta vergonha contra a população e meio ambiente, isso se deve a ganancia pelo lucro!!
Não esquecendo que sempre colocam coincidentemente estes absurdos em discussão as vésperas de uma eleição!
Porque será?
 veja matéria do Rigon Depaula quer lixo em Sarandi!

veja foto do ato na frente do lixão de sarandi 2010
Blog do Bianco: Sarandi não deve ser Lixão da região! vamos nos u...:

É desolador ouvir amigos queridos falando da criatura como se fosse uma pessoa séria!

Religiosidade fundamentalista, elitista, oportunista, falsa inclinação ecológica. Faz parte de associação declarada com banqueiros e empresários que lesam em milhões os cofres públicos e não pagam seus impostos, o que é crime, logo, associação com criminosos. É desolador ouvir amigos queridos falando da criatura como se fosse uma pessoa séria. Já se ergueu sobre o cadáver de um grande lutador e ativista, e repete o mesmo sobre outro cadáver. Quem?

Para aqueles que não acreditam no terrorismo lançado pela mídia!

Para iniciar o diálogo com aqueles que não acreditam no terrorismo lançado pela mídia, que se alimentou da ditatura e agora defende as multinacionais e especulação internacional deste sistema apodrecido que só tem a nos oferecer, guerras, crises, arrochos e a barbárie! 
Este vídeo mostra bem o que são estes representantes da barbárie!
Mentiras calúnias e desespero!
Não seja um micuim que andam grudados na cabeça da mídia!


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Urna fixa em Sarandi votação do Plebiscito Popular pela convovação de uma Assembleia Constituinte e exclusiva

Urna fixa do SISMUS a votação do Plebiscito Popular pela convovação de uma Assembleia Constituinte e exclusiva para fazer a reforma política.Vote você tambem! Vote sim pela Constituinte!
( praça Ipiranga 185-centro de Sarndi-Pr)



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Prefeitura confessa: privatizar custa muito mais caro!



Em entrevista ao Paraná TV, a administração municipal de Maringá reconheceu o que o vereador Humberto Henrique (PT) já havia denunciado. Transferir a coleta de lixo para a iniciativa privada custa muito mais caro para a população.

Depois de encerrar o contrato com a Secretaria de Estado da Justiça, que mantinha 60 presos do regime semiaberto na coleta de lixo da cidade, a Prefeitura anunciou que contrataria uma empresa em caráter emergencial para atender a demanda do serviço.

Agora, quase um mês depois, o discurso mudou. A Prefeitura admitiu que o custo é “um tanto elevado para o município” e
 vai convocar novos coletores aprovadores em concurso público.

Solução
A declaração confirma a denúncia do vereador Humberto de que a privatização proposta pela Prefeitura, além de mais cara, poderá causar o aumento nos impostos e taxas no próximo ano. Segundo a reportagem, a coleta emergencial custaria cerca de R$ 300 mil por mês.

Humberto defende que o município faça investimentos para realizar a coleta seletiva em toda a cidade, estruturando as cooperativas de materiais recicláveis. Para o restante dos resíduos, o vereador propõe investimento em equipamentos e melhoria do salário dos coletores.

Com todas estas medidas, ele afirma que o custo final será mais barato e eficiente do que contratar empresa privada para administrar o serviço.


Gelinton Batista / Assessoria de Imprensa HUMBERTO HENRIQUE

Operação de venda de energia causou prejuízo estimado de R$ 660 milhões à Copel.



 O empresário Donato Gulin, dono da Tradener, teria feito uma espécie de “delação premiada” ao senador Roberto Requião (PMDB) ao entregar o funcionamento de todo o esquema. Ao mesmo tempo em que deixou “escapar” essa soma da estatal, Richa travou durante meses guerra política para conseguir empréstimos junto ao governo federal e bancos internacionais. Será que o reajuste médio de 25% na tarifa dos consumidores residenciais e industriais seria para cobrir esse rombo na empresa de todos os paranaenses?  
continue lendo http://www.esmaelmorais.com.br/2014/08/bomba-copel-teve-prejuizo-de-r-660-mi-com-atravessadores-de-energia/

Repercusão nacional da prisão de um gerente, por ter criticado policial na rede social!


A Folha.com publicou há pouco mais de uma hora em seu site uma reportagem sobre a prisão do gerente de uma empresa de Sarandi, na última sexta-feira, por causa de um comentário no Facebook contra uma blitz da Polícia Militar. A prisão tem indícios de ilegalidade e teria sido feita por policiais a paisana, que chegaram a algemar o rapaz. Por causa da matéria, no final da tarde de hoje o comandante do 4 BPM divulgou nota informando que uma sindicância foi aberta para apurar as circunstâncias da ação policial. Tudo indica que, por causa da aparente arbitrariedade da polícia do governo Beto richa, o trabalhador poderá receber acionar o estado, pedindo indenização por perdas e danos. Fonte ‘Folha’ destaca prisão em Sarandi By ANGELO RIGON | 
http://angelorigon.com.br/2014/08/25/folha-destaca-prisao-em-sarandi/