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O Alvamar ainda tem jeito
Essa ma vontade
É só do Prefeito
O povo unido
Cheio de razão Agora é tudo ou nada
Sem asfalto não dá não
É lama é barro
Pedra no caminho
Já estamos cansados
De tanto espinho!
Dois mandatos
Senhor Prefeito
Nada, nada o senhor fez!
Agora não escapa
Ou vai ou racha
Tem que ser desta vez!
Irene Capinan

Um absurdo os servidores municipais não terem recebido a cesta básica ainda, os servidores deram com a cara na porta quando foram buscar sua cesta básica, esta administração está brincando com os trabalhadores, um dos benefícios oferecidos aos servidores desde administração passada, que é a cesta básica, faz um mês que os funcionários não recebem. Realmente as coisas estão cada vez pior, buracos, valetas e crateras a saúde pede socorro! Esta é a administração da cidade para todos.
Estaremos na luta junto com os servidores caso esta cesta não seja entregue urgentemente.
Na última terça-feira o que se viu na Câmara Municipal de Mandirituba, no Paraná, passou dos limites da “democracia”. Um significativo número de moradores e contribuintes de Mandirituba, que são contra o ingresso de lixo de outros municípios na cidade, compareceu na Câmara de Vereadores. Lá dentro da Câmara, no Plenário, o povo se manifestava contrariamente aos interesses de cinco vereadores da situação que apóiam o prefeito Antônio Maciel Machado (PDT), conhecido por Machadinho. Os vereadores da situação almejam aprovar um projeto de lei que altera a Lei Municipal que proíbe hoje o ingresso de lixo na cidade de Mandirituba. A frente da sede da Câmara Municipal diversos veículos da Polícia Militar estavam estacionados e os policiais faziam a segurança pública. Ainda no interior da Câmara, alguém jogou uma cadeira em direção a um grupo de moradores e contribuintes. O ato antidemocrático foi o suficiente para que o presidente da Câmara, vereador José Zonette Pinheiro (DEM), determinasse o encerramento os trabalhos da sessão.
Câmara Municipal de Mandirituba não consegue realizar a votação do projeto de lei de interesse dos vereadores Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB) e do prefeito Machadinho (PDT). Os cinco vereadores e o prefeito alardeiam que o dinheiro que o Município de Mandirituba vai receber da concessionária do lixo, que poderá vir a ser a responsável pelo SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos) na cidade, pode contribuir para aumentar o montante dos recursos no cofre público municipal. Acontece que esses mesmos cinco vereadores, Giumar Fernandes, José Luiz de Oliveira, Valdir do Carmo Cruz, Celso Luiz Machado e Antonio Jair Barbosa, e o prefeito Machadinho nada falam do “passivo ambiental” que o SIPAR vai deixar em Mandirituba. E que para resolver o passivo ambiental será preciso muito mais dinheiro que Mandirituba possa vir a receber da concessionária do SIPAR. Não dizem aos moradores e contribuintes de Mandirituba que a concessionária do SIPAR terá que construir um aterro sanitário no município onde pretende instalar a “usina de lixo”, de acordo com o edital e contrato publicados. Outras informações não são repassadas. A empresa privada Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A (do grupo Camargo Correa) desde 2002 tenta instalar um aterro sanitário na cidade de Mandirituba. E que se esses cinco vereadores da situação aprovar o projeto de lei que permite o ingresso de lixo de outros municípios na cidade de Mandirituba, a Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A será beneficiada com a legislação que pretendem aprovar. Isso porque hoje a Lei Municipal proíbe que o lixo de outros municípios ingresse em Mandirituba. Com a Lei Municipal em vigor, a empresa Cavo não pode levar o lixo de outros municípios para Mandirituba, por exemplo, os resíduos de Curitiba e da região metropolitana.
O pior é que o projeto de lei dos vereadores Giumar Fernandes, José Luiz de Oliveira, Valdir do Carmo Cruz, Celso Luiz Machado e Antonio Jair Barbosa possibilita a instalação do SIPAR e de um aterro sanitário em Mandirituba. E isso é exatamente o que os vereadores José Zonete Pinheiro (DEM), Marilia Segala Lourenço (PSDB), Diva Maria Palú de Freitas (PCB) e Manoel Airton Cruz (PP) não desejam. Esses parlamentares não querem que Mandirituba venha a ter lixões, aterros e sistemas de tratamentos de resíduos urbanos. Marilia Segala Lourenço, Diva Maria Palú de Freitas, Manoel Airton Cruz e José Zonete Pinheiro, sabem que se Mandirituba vier a receber diariamente 2.400 toneladas de lixo de outros municípios, a cidade terá ali adiante um monumental “passivo ambiental”. Isso sem contar que mensalmente centenas de caminhões virão a circular pelas ruas e estradas de Mandirituba, o que aumenta consideravelmente o risco de acidentes. Se a Justiça do Paraná determinar a realização de uma “consulta popular” para ouvir os moradores de Mandirituba se terá a real situação local sobre o lixo. Após o resultado da “consulta popular” vai se conhecer se os moradores de Mandirituba pretendem receber o lixo de outros municípios.
(PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB) não atende os interesses da população de Mandirituba, isso porque a proposta visa resolver o problema do lixo de 16 municípios paranaenses, os quais não possuem aterro sanitário e onde colocar o lixo a partir de dezembro de 2009.Este é o documento assinado pelo prefeito de Sarandi, Milton Martini (PP), e pelo secretário de Saneamento e Meio Ambiente, José Luiz de Almeida, durante o Ato de hoje de manha notificando a empresa Pajoan e sua sucessora Ambiental Sul Brasil informando que, como o município não foi informado da última autorização ambiental do IAP (Instituto Ambiental do Paraná), o que deveria ser consultado através de audiência pública, como manda a lei. Por isso, proíbe qualquer destinação de lixo de Maringá para Sarandi "até que sejam preenchidos todos os requisitos e normas legais aplicadas ao caso”. Agora só falta a prefeitura entregar à notificação a empresa, e estamos acompanhando de perto esse processo, para garantir o compromisso com a população durante o Ato.
Depois da manjada licitação ocorrida na prefeitura de Maringá na semana passada, para contratação de uma empresa que recebesse o lixo de Maringá pelo prazo provisório de um ano,o resultado não poderia ser outro,a empresa vencedora foi a PAJOAN de Sarandi.Mas a população de Sarandi soube desde o início que isso só prejudicaria nosso município.No dia 16 de julho a partir de uma reunião de emergência chamada pelo vereador Bianco e pelo presidente da UNISSAM(central das associações de bairros)Alfredo Peres e que ocorreu no plenário da câmara de vereadores foi organizado um comitê para dirigir a luta contra a vinda do lixo.O Comitê de Lutas em Defesa de Sarandi reune associações de moradores,partidos politicos,paróquias de Sarandi,a associação dos pequenos agricultores de Sarandi,grêmios estudantis e outros.O comitê organizou juntamente com a Igreja católica pelo menos seis manifestações contra a vinda do lixo para Sarandi,desde que foi fundado o comitê denuncia a criminosa intenção de trazerem lixo para nossa cidade,por meio do Dr.Avanilson Alves de Araujo representante da OAB/mgá no comitê e militante politico do PSTU foram ajuizadas varias ações contra a PAJOAN,IAP contra esse desmando.


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