sexta-feira, 13 de junho de 2014

A quem serve a ofensiva contra a Petrobras?

No último dia 14, em frente à sede da Petrobras no Rio de Janeiro, ocorreu o primeiro Ato Público de uma série de atos em defesa da Petrobras que a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos estão convocando com o apoio da CUT, CTB e movimentos sociais.
“Estamos aqui para reafirmar aos setores entreguistas que a Petrobrás é do povo brasileiro e que essa campanha da mídia golpista não conseguirá acabar com um patrimônio que o nosso povo levou décadas para construir”, alertou o coordenador da FUP, João Antônio de Moraes. Deixando claro que os petroleiros não aceitam desmandos nem desvios de gestão na Petrobras, ressaltou ainda que: “não admitimos que a Petrobras seja desmoralizada em uma CPI para servir de palanque eleitoral dos que sempre defenderam a sua privatização”.
É exatamente disso que se trata. O senador Aécio Neves, pré-candidato a presidente pelo PSDB, disse a empresários paulistanos “que as concessões são a melhor forma de atrair investimentos”. José Serra (PSDB) em artigo no jornal O Estado de São Paulo escreve que “do ponto de vista da estratégia da empresa, tem-se a incompetência suicida na construção de refinarias e a implantação do método da partilha no caso do petróleo do pré-sal. Havia um modelo de concessões que funcionava bem”.
Funcionava bem para quem? Não para o povo, pois no regime de concessão o seu patrimônio é entregue às multinacionais do petróleo. Jornal OTRABALHO

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